E sempre é assim!
Porque a paixão, depois que passa, nos esfrega na cara o quanto fomos ingênuos, o quanto acreditamos em uma coisa que não fazia o menor sentido. A paixão precisa ser vivida até o fim. Ela fere, mas a gente aguenta até depois do limite. Porque a paixão aumenta o nosso senso de limite: pensamos que não iremos conseguir quando, de repente, nos superamos
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